Acima de qualquer picuinha, por um Paraná que dá certo.
Começou na última quinta-feira, 10, no Parque de Exposições Ney Braga, em Londrina, no Norte do Paraná, a Expo Londrina 2026. O evento, um dos maiores do Brasil, acontece de 10 a 19 deste mês.
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Quem esteve presente na abertura oficial foi o governador do Paraná, Ratinho Junior, e sua comitiva, e, Sergio Moro, pré-candidato ao governo do Estado, e também com sua comitiva.
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2026 é ano eleitoral, a população do Brasil inteiro irá eleger cada governador do seu estado e o próximo presidente da República, além de deputados e senadores. Serão milhões de brasileiros indo às urnas, tendo a oportunidade de democraticamente escolher qual político merece o seu voto.
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Assim como em outros anos de eleições de âmbito estadual e nacional, possivelmente veremos baixarias, discussões, acusações, narrativas descabidas, brigas chegando a vias de fato, ou coisa pior, tanto por parte de alguns candidatos, como de eleitores, afinal, como dito, na roça, em meio às lavouras de café, “se passar na peneira, poucos ficam”, uma alusão em relação àquilo que “não presta”.
Vale lembrar que os mais esquentadinhos, falastrões e brigões são justamente alguns daqueles que tentam de toda forma se manter no poder, sem nada de concreto terem feito durante quatro ou mais anos e, por meio de polêmicas, buscam a reeleição. Também existem aqueles que se utilizam deste artifício para fazer promessas vazias, buscando, mediante bravatas, conquistar o voto do eleitor desatento. Esses dois tipos, que nada acrescentam na política e atrasam a vida da população, só agradam eleitor de “cabresto”, um quase escravo, dependente da esmola estatal e de promessas que jamais são cumpridas.
Aquele político que governa de fato, que cria meios para que sua população sinta de forma positiva a presença do estado, e nisto podemos inserir questões como saúde, educação, cultura, esporte, lazer, turismo, segurança pública, infraestrutura, habitação, tecnologia, geração de emprego, economia, com a indústria, o comércio e o agronegócio forte, este merece um olhar especial, uma análise feita com o “cérebro” e não com o “fígado. Ou seja, a coerência é uma aliada na hora da escolha do candidato. Para isso, é preciso saber o que queremos, onde desejamos chegar, em qual mundo nos encaixamos e assim descobrirmos em que tipo de gente nos espelhamos e qual perfil desse ou daquele candidato nos representa.
A AULA DE HUMILDADE, RESPEITO, CIVILIDADE E DEMOCRACIA DE RATINHO JUNIOR E SERGIO MORO
Durante sua fala, Sergio Moro cita o que ocorre no Brasil, em especial em Brasília, como nos casos de uma moça presa por escrever com batom em uma estátua, posteriormente condenada a 14 anos de prisão. Enquanto isso, um grupo, em Brasília, voltou a normalizar a corrupção, como o escândalo do INSS, onde aposentados e pensionistas foram roubados, segundo o ex-juiz da lava-jato.
Moro citou ainda o Paraná, governado por Ratinho Junior, que, junto de alguns integrantes de seu governo, inclusive Guto Silva, o possível candidato apontado pelo governador para concorrer ao governo do Estado na disputa com Moro, estava sentado na primeira fileira, a poucos metros de Sergio Moro, como um bom exemplo, Estado do qual ele disse ter orgulho e faz um contraste com o que acontece em Brasília ao afirmar que o Paraná persiste e produz, enaltecendo a Expo Londrina como um exemplo do Paraná que dá certo. No final de seu discurso, Ratinho Junior, assim como todos os presentes, aplaudiu Moro.
A mensagem que ambos passaram aos paranaenses pode ser entendida de várias formas. No entanto, ao estarem no mesmo evento, dia, hora e lugar, discursarem no mesmo palco, um aplaudindo o outro, demonstra o elevado patamar político em que o Paraná se encontra.
Ratinho Junior, com 88% de aprovação de seu governo, é tido como o mais bem avaliado do país. O responsável por um governo que revirou o Estado ao avesso, investindo em todas as áreas como saúde, educação, segurança pública, habitação, geração de emprego, melhorou a economia, tecnologia, realizou obras de infraestrutura aguardadas por décadas, entre outras, mesmo assim, aplaudiu o “adversário” na disputa pelo governo do Estado.
“O meu dever é continuar como governador, protegendo o Estado. Mas, acima de tudo, diferente do que o mundo tá fazendo, em briga, em guerra, é fazer com que o Paraná continue trabalhando. Enquanto o mundo briga, o Paraná trabalha”, Ratinho Junior.
Sérgio Moro, pré-candidato muito bem cotado nas pesquisas de intenções de voto ao governo do Estado. O ex-juiz que mandou para a cadeia Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que na época foi investigado, julgado e condenado a mais de 12 anos de prisão por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no processo da Lava Jato. Um homem que mantém uma régua firme e pesada no que se refere a um problema crônico no país, a corrupção, mas que não usa de hipocrisia contra aquele que, por força do destino, encontra-se na posição de “adversário” político no próximo pleito eleitoral.
“Dois Brasis convivem. Um da roubalheira, dos impostos exorbitantes e da insegurança em Brasília, outro, do trabalho honesto, de quem produz e conduz a vida com honestidade”, Sergio Moro.
Esperamos que, na hora que a “bola rolar” (campanha) for oficialmente iniciada, a disputa siga em alto nível. Quem ganha com isso é o Paraná e a sua razão de ser… O povo Paranaense.
Por Mauro Pretoriano









