Em várias ocasiões anteriores, ele já tinha sido expulso de casa por suas agressões, embora sempre acabasse voltando.
Angel Manuel Jacquet de Oliveira, 34 anos, foi preso por agentes da 24ª Delegacia de Polícia do bairro Puerta del Sol, em Hernandária, no Paraguai, suspeito de matar o próprio pai, Benício Jacquet González, 67 anos.
Conforme as informações, na noite de quarta-feira, pai e filho estavam consumindo bebidas alcoólicas no assentamento Santa Clara em Hernandarias. Ao terminar a bebida, o filho pediu ao pai 20 mil guaranis. Diante da recusa, o homem começou a agredir o idoso com um pedaço de madeira, fazendo com que ele caísse inconsciente no chão.
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Longe de parar, o agressor continuou, cobriu a boca do pai com fita adesiva e fechou o quarto antes de sair de casa.
No dia seguinte, quando o efeito do álcool e das drogas se dissipou, o filho voltou à casa e encontrou o pai sem vida. Naquele momento, segundo declarou, acabou de tomar consciência do ocorrido.
Assustado e sem saber como explicar para sua família, tentou esconder o crime e recorreu a um vizinho para avisar que seu pai estava mal na cama.
Posteriormente, foi à delegacia denunciar a suposta situação, mas acompanhando os agentes até a habitação, o Crio. Ppal. Juan Ramón Lopez constatou que o homem tinha sido assassinado.
Diante das evidências e contradição em sua história, o filho confessou a autoria do fato, ficando preso no local.

Vizinhos e familiares apontaram que não foi a primeira vez que o homem teve conflitos violentos com o pai. Em várias ocasiões anteriores, ele já tinha sido expulso de casa por suas agressões, embora sempre acabasse voltando. Desta vez, sob o efeito de bebidas alcoólicas e drogas, sua violenta ação levou à tragédia.
O processo foi acompanhado por agentes da jurisdição, criminalística e do Ministério Público local, que prosseguem com a investigação.
O promotor interveniente explicou que ainda não foi possível determinar a causa exata da morte, se foi produto de golpes ou de uma arma branca. O corpo foi transferido para uma funerária para uma inspeção mais detalhada e o envio para o laboratório forense não está excluído.
Foto: Reproduções – Fonte: Colaboração









