Os crimes, especialmente aqueles contra à vida, serão severamente punidos com o rigor da lei.
Terminou às 2h da madrugada desta terça-feira, 12, o julgamento dos três réus, agora condenados pela morte de Jean Carlos Ferreira, em 8 de junho de 2023, em uma conveniência próxima à Igreja São Francisco de Assis, no centro de Assis Chateaubriand. O bárbaro crime, na época, ocorreu por volta das 2h da manhã.
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Casualmente, ou não, dois anos após, essa tragédia teve seu desfecho final, também, no mesmo horário em que ela se iniciou quando, após ser atingido por cerca de 18 golpes de faca, Jean Carlos caiu sobre a “suja, fria e repugnante” calçada que a partir daquela madrugada se tornaria o m² (metro quadrado) mais indesejado na vida de uma família, até mesmo, mais que a tumba no ‘Campo Santo’ onde seu corpo repousaria na última morada aqui na terra. Ao contrário da crueldade sofrida na tal calçada. No cemitério ele fora tratado com dignidade, e mesmo com as lágrimas caindo sobre sua lápide durante a sua despedida, diante de olhos marejados e corações despedaçados, foram de amor, amizade, saudade do amigo, filho, primo, de um jovem que não mais caminharia não só naquela, mais em qualquer outra calçada da Cidade Morada Amiga, cujo nome parece uma contradição diante de tamanha barbaridade.
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Mas, se naquela fatídica madrugada, a cruz da igreja São Francisco observou com tristeza um filho de Deus sendo covardemente morto por impiedosos 18 golpes de faca em meio a várias pessoas. Agora, em 12 de agosto de 2025, sobre o olhar da cruz da igreja Nossa Senhora do Carmo, no Tribunal do Júri no Fórum da comarca, 7 jurados, juiz, promotor, advogados e assistentes, após 18 horas de julgamento deram a resposta à sociedade, e quando as sentenças foram proferidas no rigor da lei, um recado foi dado a todos nós… “A Justiça não traz de volta uma vida. Mas faz da vida daqueles que deram fim a ela, uma morte.”
30 anos, é quase uma vida, mas passa, e um dia, 2055, irá chegar para muitos que estão por aqui. A absolvição maior vem do juiz dos juízes, Deus! Se não houver arrependimento, a condenação é a eternidade sob o julgo de um impiedoso “carcereiro”, infinitamente ainda mais cruel do que alguns humanos nesta terra.
EDITORIAL: MAURO PRETORIANO/GC









