Sua fala talvez sirva apenas para uma tentativa de colocar em alta a moral de uma tropa desmotivada.
O discurso do comandante do Exército Brasileiro, Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva, afirmando que a força está preparada para defender a soberania nacional em meio a um cenário internacional marcado por conflitos e ameaças crescentes, talvez sirva apenas para uma tentativa de colocar em alta a moral de uma tropa que já não tem mais motivos para se orgulhar daquilo que outrora acendia uma chama ardente no peito de cada combatente… A honra do verde-oliva e a defesa de um país que ainda valia a pena e do povo brasileiro. A caserna sempre será um lugar sagrado e de homens de honra e fibra. No entanto, atrás de algumas mesas e algumas estrelas de alguns poucos no alto escalão, a vergonha impera de forma jamais vista, tendo em vista que sequer foram capazes de proteger os seus, quando viu verdadeiros heróis, militares com uma vida dedicada ao país, serem presos. Agora, falar em defender a soberania nacional, só pode ser uma piada.
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A declaração foi feita durante a solenidade do Dia do Exército, realizada em 16 de abril, no Quartel-General, em Brasília. Segundo o general, o mundo passa por transformações rápidas e enfrenta riscos cada vez mais complexos.
Quando se vive sob o “chicote” de um desgoverno que sucateia instituições tão importantes quanto as Forças Armadas, fazendo com que estas se tornem alvo de piadas até mesmo por falta de combustível, além de outras mazelas que envergonham e causam ranço na maioria da população que vê generais que deveriam zelar pela história e a honra dessa mesma instituição se curvando para pelegos, lambe bolas de comunistas, subversivos no assado, políticos que sempre odiaram as F.A., que estendem tapete vermelho para narcotraficante como Maduro. Certos discursos nada mais são do que falácias, tentativa de criar uma imagem positiva daquilo que de fato não é. Esse é o retrato das Forças Armadas e do Brasil na atualidade.
Foto: Reprodução









