O fato de não ser corrupto: DNA talvez da maioria dos políticos brasileiros não combina com quem luta pelo que é certo.
Bolsonaro se tornou presidente da República por seus próprios méritos. Sem os bilhões da máquina estatal e utilizando-se da internet, seu nome chegou nos quatro cantos do Brasil, o que bastou para que, naquele momento, o povo escolhesse dar um basta à velha política. Durante seu governo, o que prometera, ele cumpriu, e o que não realizou foi porque não deixaram. Jamais se curvou ou deixou-se envolver pelo “sistema” e, não à toa, tentaram matá-lo durante a campanha para reeleição.
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Bastava fechar os famosos acordos, alinhar-se à corrupção historicamente incrustada na política nacional para que pudesse ser eleito pela segunda vez. No entanto, não cedeu, combateu o crime, cortou milhões em verbas a canais de televisão, a pseudo-artistas da turminha da lacração e destinou ajuda financeira por meio do Auxílio Emergencial a milhões de brasileiros que sofriam com os efeitos da pandemia de Covid-19. Seu governo, destinou bilhões a prefeituras espalhada Brasil à fora, com muitas delas inclusive tendo a possibilidade de implantar várias UTIs em unidades hospitalares, outras, que apenas armaram uma tenda em frente a postos de saúde receberam milhões e, sendo que algumas delas utilizaram parte desse dinheiro para pagar até mesmo salários atrasado do funcionalismo público já que por se tratar de algo emergencial naquele momento estas prefeituras não precisavam especificar detalhadamente no que haviam gasto o dinheiro. A pergunta: Algumas destas estão ou foram investigadas? Entre tantas outras ações, Bolsonaro levou água ao nordeste, pavimentou estradas, colocando o exército para trabalhar nessa frente (talvez por isso não ‘gostem1 dele).Seu governo também criou o PIX, e com isso, ao passo que a população não mais tivesse que pagar imposto nas transações financeiras feitas por meio desse aplicativo, deixou os poderosos banqueiros irritados, afinal, por conta do PIX eles deixaram de arrecadar bilhões.
Assim, a velha mídia passou a criticar e desconstruir a imagem do líder da direita em cada matéria desde as primeiras horas da manhã até o fechamento do último jornal, em especial, a Globo, que, por conta da caneta de Bolsonaro deixou de receber a maioria do ‘bolo’. O que, para muitos especialistas, foi o erro fatal de Bolsonaro. Se tivesse injetado na mídia, segundo eles, o resultado das eleições de 2022 seria outro.
No caso das vacinas em que as grandes empresas que as venderiam ao Brasil queriam que, ao comprá-las, Bolsonaro assinasse documento assumindo qualquer possível problemas que elas viessem a causar e tais empresas ficariam isentas de qualquer culpa.
A pergunta que fica neste caso é: Alguém em sã consciência faria isso? Tendo em vista que, segundo especialistas ouvidos na época diziam diziam que o tempo médio para a aprovação de uma vacina era de 10 a 15 anos, e estas eram produzidas em cerca de um ano.
Caso tivesse sido assinado a compra destas colocando o Brasil como o único responsável por qualquer efeito negativo. Não estaria hoje, Bolsonaro sendo também criminalizado por isso?
Tais respostas jamais serão dadas. No entanto, o que está claro é que: Bolsonaro só está preso por não compactuar com algo é característico da política e da maioria dos políticos brasileiros… Algo chamado ‘acordo’ e o medo de sua volta.
A lição: Não se usa shampoo em “porcos.”









