Aumento da dependência do Estado não representa a diminuição da miséria, mas sim o aumento dela.
Um governo que comemora aumento do número de beneficiados demonstra sua incapacidade ou má vontade de mudar a vida dos mais pobres, e, por meio de programas sociais simplesmente coloca o ‘cabresto’ no ‘pescoço’ de mais gente simples e humilde cada vez mais dependentes de governantes populistas preocupados com o voto de cada um. Em 16 anos de governo, o PT, de fato, incompetente. Dignidade, para aqueles em idade produtiva, tem que vir acompanhada de trabalho.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou na quinta-feira, 4, o programa Gás do Povo. A iniciativa, segundo o governo, vai garantir o botijão de gás gratuito para 15,5 milhões de famílias, beneficiando cerca de 50 milhões de pessoas em todo o Brasil.
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Ao contrário do que pregam as narrativas de integrantes do governo petista, a miséria no país não diminuiu, mas sim aumentou, afinal, conforme divulgado no site do próprio governo federal: O Gás do Povo substitui e triplica o número de beneficiados do atual Auxílio Gás. Logo, a conclusão óbvia diante desta informação é de que o aumento no número de beneficiados significa também um aumento do número de dependentes, refletindo o aumento da pobreza no país. Do contrário, podemos entender a iniciativa como uma jogada eleitoreira, tendo em vista que, para este ano, já estão previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA) mais de R$ 3,57 bilhões para a implementação da política pública, o que garante a viabilidade orçamentária para a continuidade e aprimoramento do benefício durante o ano. Para 2026, ano de eleição presidencial, a previsão é de R$ 5,1 bilhões.
REGIÕES – A Região Nordeste concentra o maior número de famílias contempladas. A estimativa é de que mais de 7,1 milhões de famílias nordestinas sejam atendidas. Na sequência aparecem Sudeste (4,4 milhões), Norte (2,1 milhões), Sul (1,1 milhão) e Centro-Oeste (889 mil).
ESTADOS – Entre as Unidades da Federação, oito estados terão mais de um milhão de famílias beneficiadas. São elas: Pará (1,11 milhão), Maranhão (1,01 milhão), Ceará (1,13 milhão), Pernambuco (1,14 milhão), Bahia (1,84 milhão), Rio de Janeiro (1,12 milhão), Minas Gerais (1,20 milhão) e São Paulo (1,87 milhão).
Foto: Reprodução









