A pergunta é: a empresa não tinha conhecimento das outras demonstrações de ódio por parte do extremista?
Uma livraria de Porto Alegre (RS) cancelou um evento que aconteceria neste sábado, 13, com o escritor extremista Eduardo Bueno, o tal “Peninha.”
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O motivo do cancelamento não foi divulgado pela tal livraria, no entanto, especula-se que tenha sido por conta da repercussão negativa ocorrida em razão dos atos implícitos de ódio proferidos pelo ‘gaúcho’, que comemorou de forma doentia, raivosa e covarde a morte de Charlie Kirk, inclusive debochando das filhas de Kirk, agora órfãs.
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A livraria, aparentemente, ou compactua com as imbecilidades de Peninha, quando ele mesmo diz que jogou o carro para cima e só não atropelou cinco idosas porque sua esposa não deixou. Ele também esculachou o local e moradores da Serra Gaúcha, desejando que elas pegassem Covid. A empresa em questão, foi incapaz até então, de sequer emitir uma nota de repúdio com relação a desumana atitude de Peninha, que é muito conhecido no Rio Grande do Sul, em especial por indivíduos apoiadores da esquerda. Ela apenas comunicou que cancelamento sem nenhum esclarecimento.

Ramiro Rosário, o vereador mais votado da história de Porto Alegre, escreveu em suas redes sociais:
Eduardo Bueno, o Peninha, comemorou a morte de Charlie Kirk e debochou da dor de sua família. Já confessou ter apedrejado e tentado atropelar idosos em Porto Alegre, desejou mortes por Covid na serra Gaúcha, mandou jornalista lavar a louça ao vivo. Mesmo assim, é celebrado pela Livraria Travessa, no Iguatemi, e divide podcast com Potter e Gubert. Será que todos eles concordam com essas “BUENAS IDEIAS”?
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