No “X”, antigo Twitter, o deputado rasgou o verbo.
Sem citar nomes, o recado pode ter sido para Zema, Tarcísio e Caiado, que estiveram na Festa do Peão de Barretos e, o governador de Goiás, disse: ‘Um de nós estará no Planalto”, se referindo a uma possível eleição para presidente em 2026. Lembrando que Caiado esteve recentemente na festa de aniversário da esposa do ministro Gilmar Mendes do STF. Por isso, dificilmente bolsonaristas irão votar nele.
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“Há uma curiosidade no ar: quanto mais próximo do julgamento do meu pai, mais pessoas têm falado sobre substituí-lo na corrida presidencial.
E, de maneia descarada, essas mesmas pessoas ainda dizem que é para o bem de Bolsonaro, porque o apoiam.
Se houver necessidade de substituir JB, isso não será feito pela força nem com base em chantagem. Acho que já deixei isso claro, que não me submeto a chantagens. Qualquer decisão política será tomada por nós. Não adianta vir com papo de ‘única salvação’, porque não iremos nos submeter. Não há ganho estratégico em fazer esse anúncio agora, a poucos dias do seu injusto julgamento.
Então, em me pergunto: para que pressa? Só há uma resposta lógica: o julgamento é a faca no pescoço de JB, é o ‘meio de pressão eficaz’ para forçar Bolsonaro a tomar uma decisão da qual não possa mais voltar atrás.
Quem compactua com essa nojeira pode repetir mil vezes que é pró-Bolsonaro, mas não será percebido como apoiador e muito menos como merecedor dos votos bolsonaristas. São atitudes – e não com palavras – que mostramos quem somos. Antes de mais nada, caminhar com Bolsonaro significa ter princípios, coerência e valores.
Aviso desde já, para depois não virem com ladainha de que eu estou desunindo a direita ou sendo radical: na base da chantagem, vocês não irão levar nada.”, escreveu Eduardo.
Foto: Reprodução.









