Disparo atingiu parte do intestino, vítima passou por cirurgia e segue internada.
A jovem, de 18 anos, vítima de disparo de arma de fogo durante uma tentativa de feminicídio, na noite desta sexta-feira, 12, na região central de Assis Chateaubriand, no Oeste do Paraná, segue internada após passar por cirurgia de emergência.
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ENTENDA O CASO
Segundo informações do 31º Batalhão de Polícia Militar do Paraná (31ºBPM), o suspeito da ação criminosa é o próprio companheiro de ‘Kauane’ que, por motivos ainda desconhecidos, teria efetuado disparo de arma de fogo que atingiu a vítima na região próxima ao umbigo. (Segundo familiares da vítima, o homem tem cerca de 55 anos).
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Ainda, conforme a PM, uma equipe da RPA atendeu à ocorrência anterior, cujo solicitante informou sobre um disparo de arma de fogo e visualizou e ouviu uma mulher pedindo ajuda, dizendo que o marido teria efetuado um disparo de arma de fogo contra ela e que o masculino a arrastou pelo cabelo e colocou em um veículo de cor preta, evadindo-se do local sentido centro (Avenida Tupãssi). Na residência, militares encontraram do lado de fora da casa, no chão, uma blusa supostamente da vítima e um projétil de arma de fogo, mas sem marcas de sangue. Ao verificar se o autor estaria no interior da casa, no quarto, sobre a mesa, foi localizada uma munição intacta, calibre 38, marca CBC SPL Treina.
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SAMU ACIONADO
A vítima estava na Avenida Tupãssi, debruçada em uma lixeira, pedindo ajuda. Populares acionaram o 192, que se deslocou até o local. Integrantes do SAMU informaram que a vítima de fato estava com uma perfuração na região do abdômen, característico de disparo de arma de fogo, realizando o primeiro atendimento no local. Na sequência, foi encaminhada ao Hospital Beneficente Moacir Micheletto para atendimento médico, onde passou por cirurgia bem-sucedida e encontra-se internada.

Militares foram até o hospital e coletaram informações junto a familiares da vítima. Segundo o repassado. O relacionamento do casal é recente e, na semana anterior, ela havia se queixado sobre ter sido agredida pelo masculino, mas não acionou a polícia e nem registrou o fato.
Diligências ainda seguem na tentativa de localizar o autor, mas, até a finalização do presente, ainda não foi localizado.
Por Mauro Pretoriano/Gazeta Chateaubriandense








