A paralisação foi iniciada nesta segunda-feira e conta com a participação de sindicatos de docentes e de diretores.
Professores começaram nesta segunda-feira, 18, um protesto em massa e não haverá aulas em todo o país. Ao todo, dez sindicatos de docentes e diretores iniciaram hoje um enorme protesto com previsão de duração de dois dias em todo o Paraguai. A ação visa buscar um reajuste salarial, o pagamento do escalão e por mais salários até 2026.

Eles afirmam que a medida terá uma adesão de 90% entre os professores, para não haver aulas em todo o país. O MEC pediu para continuar dialogando e não tomar “medidas extremas”. Eles não excluem uma nova reunião esta tarde para destravar as mobilizações.
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Dez sindicatos de professores e diretores estão empenhados a partir de hoje e continuam amanhã, em reclamação por reajuste salarial (de acordo com a inflação), pagamento do escalão e criação de salários para horas de aula, psicólogos e para educação inclusiva. Eles garantem que as aulas serão suspensas em escolas públicas, dependentes do Ministério da Educação e Ciências (MEC).

Como disseram os sindicalistas, eles preveem a participação de 90% dos educadores à medida de força ratificada, depois de não chegarem a acordo com as autoridades em reunião de sábado, no MEC, pelo que não haverá aulas em todo o país. Em Assunção, o protesto começa na Praça Uruguaiana, às 9:00. No interior, anunciam mobilizações nos cabeçalhos departamentais, ambos os dias.

“Vamos continuar a ter um fracasso na educação, porque o sistema não está funcionando e o governo não investe o que é adequado”, garantiu Stella Ayala, secretária-geral da União Nacional dos Educadores (UNE).
Fotos: Reprodução









