Absurdamente, o ‘esquerdopata maldoso’ firmou contratos com a Caixa Econômica, com a área da Educação e da Cultura.
O tal jornalista e escritor Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, é mais um esquerdista que mantém contratos com o governo federal. Nesse caso, o valores totalizam R$ 4,7 milhões por meio de sua empresa, a Pen Publicações Ltda. Os acordos foram firmados com instituições como a Caixa Econômica Federal, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e o Ministério da Cultura. Tais informações constam em documentos oficiais consultados nesta segunda-feira, 15.
O mais expressivo deles foi estabelecido com a Caixa, em janeiro deste ano, no valor de R$ 3,2 milhões, para a “atualização das obras” anteriormente produzidas pelo próprio jornalista: “Caixa Uma História Brasileira” (2002) e Caixa 100 Ano de uma História Brasileira (2010).
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Nesse acordo, recebeu um aditivo de R$ 434 mil em maio deste ano para a inclusão da “etapa Versão final em português”, conforme publicação no Diário Oficial. A modificação representou acréscimo de 11,56% ao valor original, estendendo a vigência até 13 de setembro e elevando o montante para R$ 3,7 milhões.
A empresa do referido escritor também firmou contrato com o FNDE em setembro de 2024, no valor de R$ 111 mil, para “aquisição de obras literárias, no âmbito do PNLD 2022 objeto 2 – Educação Infantil, destinadas aos estudantes e professores da educação infantil das edes federal, estaduais, municipais, do Distrito Federal e das instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos e convencionadas com o poder público”.
Três meses depois, este contrato recebeu aditivo de 24,99%, alcançando R$ 138,88 mil. O ajuste ampliou o escopo da parceria entre a Pen Publicações e o órgão federal responsável por programas educacionais brasileiros.
A Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura autorizou a empresa de Peninha a captar R$ 862,5 mil para desenvolver um livro comemorativo sobre os 50 anos da TV Educativa do Rio Grande do Sul, “assegurando que seu legado seja reconhecido por futuras gerações”.
Eduardo Bueno integra o Conselho Editorial do Senado Federal (CEDIT), conforme confirmação da página oficial da instituição. Documentos de transparência indicam que o escritor teve passagens aéreas custeadas pela Casa em 2022 para participar de dois eventos: “Comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil” e “Bicentenário da Independência: Legado e Desafios”, com despesas de transporte aéreo somando R$ 6.471,48.
O senador Rogério Marinho (PL-RN) formalizou pedido para que o jornalista seja desligado do Conselho Editorial do Senado.
Ao que parece, isso mostra tanto ódio que essa gente alimenta do governo de Jair Bolsonaro e o apoio incondicional e doentio ao governo do PT. Dinheiro fácil, interesse próprio e uma série de motivos repugnantes aos olhos daqueles quem têm a vida pautada na decência.
Foto: Reprodução – Fonte/Matéria: JCO









