“Não é jogo político, é recalque”.
Em ano de eleições, é até considerado ‘normal’ certos acontecimentos que, sob um olhar desprovido de falta de cognição, consegue detectar, separar e descartar aquilo que alguns despreparados pensam ser o caminho que os levará a uma suposta vitória de quem estes apoiam.
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Existem políticos que nasceram para de fato representar o povo. Estes certamente gastam o seu precioso tempo correndo atrás de conseguir recursos, elaborar projetos e realizar obras necessárias. Ou seja, esse perfil de pessoa pública não tem espaço em sua agenda para ficar de mimimi, agindo como ‘animador de plateia’ e muito menos se prestando a papel considerado pela maioria da população como patético.
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Cobrar por algo melhor, ou melhores condições, além de saudável, é democrático e não apenas é permitido, como deve ser feito.
O que jamais deve ocorrer é o fato de alguém que projeta entrar de fato na vida pública agir como criança mimada que quer o doce do “amiguinho”.
Ao contrário do que alguns pensam. A população, ou a maioria dela, não é boba e está antenada com aquilo que ocorre à sua volta.
Político “velho”, ou “recruta” iniciando na vida pública, que se utiliza de redes sociais para despejar suas frustrações por meio de posts infantis no sentido de tentar descredibilizar o que o adversário fez ou fará de bom só tem um caminho: a derrota.
Uma coisa é um palhaço usar o picadeiro para fazer seu espetáculo circense e alegrar a plateia dentro de um circo; outra coisa é alguém querer transformar essa plateia em palhaços, tentando vender a falsa ideia de que coisa séria é palhaçada.
Quem de fato quer o bem do Estado, da região ou de sua cidade, trabalha com seriedade, movido por aquilo que diferencia o comprometido do aventureiro.








