Encontros formados por maioria de políticos não decide resultado, mas sim, a massa humana que vai as urnas.
As redes sociais são, sem dúvida, um dos meios de entretenimento e comunicação mais utilizados no país e no Paraná não é diferente. Não à toa, as maiores marcas, inclusive do mundo, utilizam esse dispositivo para divulgar seu trabalho, se aproximar e angariar novos clientes, anunciar e vender seus produtos. Na política, isso não é, ou pelo menos não deveria ser diferente, pelo menos para alguns, afinal, aquele que pensa ao contrário, pode ficar para trás e acabar esquecido, ou até sequer se tornar conhecido.
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Um dos erros de algumas campanhas é o fato de alguns especialistas acharem que, ao aparecer nas maiores emissoras de rádio ou TVs (embora importante), isso não é mais o fator determinante, capaz de direcionar milhões de eleitores rumo a esse ou aquele candidato. Estes veículos, em alguns estados, em especial naqueles onde a internet é precária e a maioria do povo não faz uso das redes, podem até fazer a diferença. No entanto, no Paraná, em tempos em que o digital chega à maioria das casas dos paranaenses por meio de aplicativos de redes sociais nos celulares, o chamado trabalho “formiguinha” poderá ser o divisor de águas na disputa que se aproxima.
O QUE SERIA O TAL TRABALHO FORMIGUINHA?
A resposta é simples: a maioria dos 8,534 milhões de eleitores do Paraná mora nos municípios, não no Palácio do governo na capital. A influência sobre o eleitorado, em grande parte dos 399 municípios do estado, também passa por cada veículo de comunicação de cada cidade, principalmente em relação ao que cada um destes traz ou não, sobre cada candidato.
Ignorar a força daquele site, página nas redes sociais, por menor que seja a cidade onde estes estejam estabelecidos. Além de demonstrar desconhecimento sobre o mundo digital, sem dúvida é um enorme risco de ver a ruína de um governo, começando por suas bases espalhadas pelo estado, resultando no seu pior erro, a derrota.
Por Mauro Pretoriano



