O menor era portador de autismo e estava desaparecido desde domingo.
Forças de segurança do Paraguai, com o auxílio de voluntários, realizavam buscas quando localizaram nas águas do Arroio Embucu o corpo de Alexandre Espinoza, de 11 anos.
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Segundo a imprensa local, a notícia causa bastante comoção na comunidade de Pilar. O menor era portador de Transtorno do Espectro Autista (TEA) e permanecia desaparecido desde o último domingo, 4 de janeiro.
Conforme os relatos iniciais da polícia, o corpo foi avistado nas águas do ribeiro Ñeembucú.
Efectivos da Prefeitura Naval e pessoal da Criminalística foram imediatamente transferidos para o local para o levantamento do corpo e o início das perícias correspondentes que permitam determinar a causa exata da morte.

DIAS DE ANGÚSTIA
A angústia começou na tarde de domingo, quando a família de Alexander relatou o seu desaparecimento, ativando imediatamente o protocolo de busca. Devido à condição do menor, o caso gerou uma mobilização social sem precedentes na área:
Domingo, 04/01: Desaparecimento foi dado; vizinhos e policiais iniciam rastreamento em áreas arborizadas e bairros vizinhos.
Segunda e terça: Drones, mergulhadores da Marinha e brigadas caninas foram adicionados, focando a busca nas proximidades do canal hídrico.
Quinta-feira, 08/01: Finalmente, as águas do ribeiro confirmaram o pior dos finais para a busca.

COMOÇÃO
O desaparecimento de Alexander tinha mobilizado centenas de cidadãos de Pilar, que organizaram cadeias de oração e grupos de apoio à família.
As autoridades locais pediram prudência e respeito pelos familiares enquanto aguardam os resultados da autópsia para esclarecer as circunstâncias do fato.
Fotos: Reproduções









