Até o momento, 88 casos foram confirmados no país neste ano.
A Secretaria de Estado da Saúde (SESA) confirmou, nesta quarta-feira, 25, o primeiro caso de Mpox no Paraná. Conforme a secretaria, trata-se de um homem, residente no Paraguai, que buscou atendimento médico no Sistema Único de Saúde (SUS) de Foz do Iguaçu.
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O caso foi notificado há mais de um mês e monitorado pela equipe de Vigilância, que descartou a possibilidade de infecção em outros familiares, informou a pasta.
Segundo o Ministério da Saúde, 88 casos da doença foram confirmados no país neste ano, sendo 62 registros em São Paulo, 15 no Rio de Janeiro, 4 em Rondônia, 3 em Minas Gerais, 2 no Rio Grande do Sul, 1 no Paraná e no Distrito Federal.
ENTENDA A DOENÇA
Conforme a Secretaria de Saúde, a Mpox é uma doença viral e a transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato com lesões de pele de pessoas infectadas.
A infecção causa erupções, geralmente se desenvolvem na região do rosto e se espalham para outras partes do corpo. Os principais sintomas são febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, linfadenopatia, calafrios e fadiga.
As principais medidas de controle são isolamento dos doentes, rastreamento e monitoramento dos contatos íntimos e familiares do paciente e utilização de equipamentos de proteção individual pelos doentes, profissionais de saúde ou cuidadores dos casos.
O diagnóstico da doença é realizado de forma laboratorial, por meio de teste molecular ou sequenciamento genético.
O teste deve ser feito em todos os pacientes que se enquadram na definição de caso suspeito. As amostras são direcionadas para os laboratórios de referência pelo Laboratório Central do Estado (Lacen).
A doença, inicialmente, ficou conhecida como varíola do macaco. A Mpox, porém, não é transmitida pelo animal, segundo a Sociedade Brasileira de Primatologia (SBPr).
Foto: Reprodução









