A fragmentação do país é eminente e irá mostrar quais são os Estados onde seu povo não “ama” a miséria.
A história se repete, mas desta vez, quem são os culpados? O trabalho sujo de uma casta de pseudo políticos, que usa de um discurso mentiroso para o público, mas nos bastidores suas ações são outras. Algumas universidades, que há muito tempo, além de não oferecer um produto de qualidade sequer satisfatória, inclusive sendo motivo de chacotas pelo péssimo posicionamento ao nível não só na América Latina quanto no mundo, ainda serve de puxadinhos da esquerda para a proliferação de indivíduos despreparados não só na questão acadêmica, como também, se depender do conhecimento adquirido nestes locais, inaptos a se tornarem grandes profissionais em suas respectivas áreas, além, disso, em sua maioria, formada por sujeitos (as) mentalmente fracos, dominados ideologicamente e incapazes de ter a real percepção da lavagem cerebral a que são expostas.
A grande mídia, patrocinada pela máquina estatal, com o uso do dinheiro público e de empresas privadas, o qual é utilizado inclusive para propagar narrativas e enfiar goela abaixo deste mesmo pagador de impostos, a verdade que melhor convém a quem paga.
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Investidores estrangeiros, magnatas internacionais que despejam sacos de dinheiro em ONGs que atuam no território nacional, em especial, na Amazônia, um berço de riquezas diversas naturais e disputadas por estas organizações.
Líderes religiosos, em especial na igreja católica, dentre eles, o já falecido Papa Francisco, um admirador de políticos e ditadores de esquerda, inclusive Lula, Dilma, Maduro, Chaves e outros. Francisco jamais se moveu de fato contra as atrocidades do comunismo, seu discurso era alinhado com a hipocrisia – como ele, uma parcela de representantes da igreja de Roma não só são coniventes, como também compactuam com o comunismo.
Parte da população brasileira que, ao invés de buscar viver dignamente e à custa do próprio trabalho, prefere depender de esmolas, com a ‘coleira’ do governo no pescoço, tapar os olhos, votar em comunista sem pensar nos problemas que esse tipo de Estado populista traz com o tempo. Agora, chegamos a um ponto “quase sem volta”.









