“Essas manifestações são espetáculos encenados. Em apenas 2 anos, Lula autorizou R$ 34 bilhões em projetos via Lei Rouanet”.
Por conta de vários artistas da chamada música popular brasileira (10% da população curti), o PT levou um pouco mais de público, como de costume na maioria de seus esvaziados eventos.
Aproveitando-se da oportunidade, o ministro Gilmar Mendes resolveu comentar e celebrar o acontecimento, colocando como se o seu pensamento fosse igual ao da maioria do povo (não é). No entanto, acabou levando uma lição de moral do advogado de Donald Trump.
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“As manifestações de hoje contra a anistia dos atos golpistas são a prova viva da força do povo brasileiro na defesa da democracia. Em diferentes momentos, registraram-se demonstrações de apoio ao Supremo Tribunal Federal, que esteve, mais uma vez, à altura da sua história, cumprindo com coragem e firmeza a missão de proteger as instituições e responsabilizar exemplarmente os que atentaram contra o Estado Democrático de Direito.
Graças à atuação do STF e à mobilização da sociedade, o Brasil reafirma que não há espaço para rupturas ou retrocessos. Não por acaso, o maior da nossa soberania e da unidade nacional.
A mensagem é clara: é hora de olhar adiante! Precisamos transformar essa energia democrática em um grande pacto nacional entre Executivo, Legislativo e Judiciário, comprometido com uma agenda de reconstrução e de futuro.
O país clama por estabilidade e por avanços concretos em áreas como economia, segurança pública, meio ambiente e justiça social. Somente com unidade e visão de longo prazo construiremos um Brasil mais forte e verdadeiramente democrático para as próximas gerações.”
ADVOGADO DE TRUMP, MARTIN DE LUCA ESCREVEU:
“Ministro, com respeito, sua mensagem revela exatamente por que a confiança no STF está em queda. Um juiz deve fazer encarar a imparcialidade. No entanto, o senhor celebra abertamente atos orquestrados pelo partido no poder, atos nos quais o próprio STF é exaltado como ator político. Isso não é independência judicial; é ativismo político.
E essas manifestações não são ‘prova viva do povo brasileiro’ que o senhor afirma. São espetáculos encenados. Em apenas 2 anos, Lula autorizou R$ 34 bilhões em projetos via Lei Rouanet – mais que o dobro do total dos 4 anos de Bolsonaro (R$ 16 bi).
Estatais como Branco do Brasil, Caixa, Petrobrás, e BNDS aumentaram seus orçamentos de patrocínio cultural em +250% em 2024, injetando quase R$ 1 bilhão em shows e festivais.
Os mesmos artistas cujas carreiras dependem desse fluxo de recursos aparecem, de repente, como atrações principais em atos ditos ‘populares’.
A verdadeira democracia não precisa de shows coreografados com dinheiro público, nem de juízes aplaudindo o teatro político de um partido político. Precisa de justiça independente que aplique a lei com imparcialidade, acima da política.”
Foto: Reprodução









