Todas as narrativas visando incriminar ex-presidente são jogadas por terra durante audiência.
Durante audiência realizada na manhã desta quarta-feira, 3, no Superior Tribunal Federal (STF), o advogado Celso Vilardi, defensor de Jair Messias Bolsonaro, escrachou na frente dos ministros do Supremo as fraudes e provas forjadas existentes no processo que visa incriminar o ex-presidente no chamado crime do “Golpe de Estado”.
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Vilardi trouxe a verdade à tona em diversos momentos da enfática defesa que, mediante fatos, demonstraram a “farsa” direcionada exclusivamente não em punir um possível criminoso, mas condenar e expurgar da vida política alguém que representa o maior líder da direita de toda história do Brasil. Bolsonaro não está sendo julgado, mas sim linchado.
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Além das contradições de Mauro Cid, delator que durante as 16 vezes foi ouvido, sendo que em nenhuma delas ligou Bolsonaro a qualquer tipo de crime, quando em um processo normal são feitas apenas duas, sendo que a segunda para confrontar a primeira delas, realizadas com intervalos de alguns dias. Cid, por várias vezes, mudou o que havia sido dito por ele anteriormente, inclusive, numa delas, com ministro o aconselhando a lembrar de sua família, o que para juristas renomados seria uma forma de pressionar Mauro Cid a dizer coisas que incriminariam Bolsonaro.
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Um julgamento maculado, no qual o juiz é investigador e julgador do caso. Claramente, conforme as leis brasileiras, tal ação não configura o devido processo legal, o que não se pode admitir em um estado de direito. Para vários destes juristas, todos os processos ligados a esse caso deveriam ser anulados.
Algo que todos devem saber: hoje é contra Bolsonaro. Amanhã, qualquer um, independente do viés político, poderá estar sendo injustiçado. Para isso, basta contrariar aquilo que o chamado “sistema” julgar ser passível de condenação por esse próprio sistema.
Ao deixar o Supremo Tribunal Federal, o advogado Paulo Cunha Bueno, membro da equipe de defesa de Bolsonaro, disse que “se o julgamento for estritamente jurídico, não há por que condenar o presidente Bolsonaro”.
Foto/Vídeo: Reprodução









