Ribeirinhos viveram momentos de terror durante a operação da PF que ‘despejou bombas’.
Operação conjunta com Polícia Federal, Funai e Ibama destruiu cerca de 270 embarcações utilizadas no garimpo supostamente ilegal nos rios Madeira, Aripuanã e Manicoré. A ação gerou forte repercussão em Humaitá, com protestos, bloqueios de vias e confrontos entre garimpeiros e forças de segurança. Segundo a Constituição Brasileira, o pequeno extrativismo mineral para sobrevivência dos moradores é previsto em lei.
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Segundo o o Jornal JCO, conforme o senador Plínio Valério, a violenta ação foi determinada pelo Ministério Público Federal (MFP) a mando da ONG canadense Greenpeace, que realiza o mapeamento do território amazônico.
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“O importante é que a gente pôde desmentir a falácia de que é narcotráfico que patrocina, mentira. Dá para ver nos vídeos que tudo é humilde. Se tivesse envolvimento do narcotráfico, quantos foram presos nessa operação? Nenhum. Quantas drogas apreenderam? Nenhuma. Foi para destruir, e num dia santo em Manicoré, dia da padroeira, aí também é crime contra a prática livre de culto, impediram a procissão. Vamos fazer um relatório e apresentar um projeto de lei para legalizar o extrativismo mineral”, explicou Valério.
“Estive em Humaitá e Manicoré com a senadora Damares Alves para apurar denúncias graves de violações de direitos humanos durante operações na região. Infelizmente, o cenário encontrado foi de devastação e violência. Como senador, meu compromisso é com a justiça, a verdade e, principalmente, com a defesa da dignidade das pessoas”, completou.
SENADORA DAMARES ALVES
“A Comissão dos Direitos Humanos do Senado realizou na última semana uma diligência chocante. Encontramos crianças traumatizadas e até uma grávida que correu risco durante operação da PF em Humaitá e Manicoré, Amazonas. Explodiram embarcações muito próximo às cidades”, disse Damares.
Fotos/Vídeos: Reprodução – Fonte: JCO









