O homem mais poderoso do mundo tem como alvo o homem que detém o poder no Brasil.
O mundo assiste boquiaberto a mais um capítulo de uma disputa que envolve muito mais que o campo econômico, político ou ideológico. Embora tudo isso esteja enquadrado no contexto, o embate agora tem caráter pessoal.
De um lado, Donald Trump, o presidente da nação mais poderosa do mundo, inclusive maior potência militar mundial. Do outro, Alexandre de Moraes, ministro do Superior Tribunal Federal (STF), a Corte mais importante do Brasil.
Se Moraes, que detém o poder da caneta e pode mandar aplicar a lei sobre qualquer cidadão brasileiro, por qualquer que seja o crime, segundo o seu entendimento. Com Trump não é diferente. No entanto, seu poder não é restrito ao território norte-americano e, sua caneta, além de mais poderosa, se usada, pode resultar não apenas em processo, mas em algo devastador, para qualquer um e em qualquer parte do mundo, inclusive no Brasil.
PUBLICIDADE
A ARMADILHA DE TRUMP PARA PEGAR LULA E MORAES
Sabendo do seu poder global, e com experiência em complexas negociações com chefes de Estado hostis e considerados ‘inimigos’. Trump, estrategicamente, usa armadilhas e, antes do imaginado, vê não apenas Moraes, como também o presidente da República do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), colocarem não só os pés, mas o pescoço na “corda”.
Ao decretar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL), ao contrário daqueles esquerdistas que vibram com esta decisão. Trump, e o próprio Bolsonaro, disfarçadamente, devem estar comemorando o êxito de mais uma jogada de mestre do poderoso presidente norte-americano – alguém, por menor que seja o seu conhecimento do jogo político global, saberia que Moraes iria “dobrar a aposta”. Portanto, imaginar que a aparição de Bolsonaro em uma chamada de vídeo em uma ligação telefônica durante as manifestações do último domingo, 3, que gerou sua prisão domiciliar, decretada por Moraes, não foi um caso pensado e planejado por Trump, Bolsonaro e seus aliados pode ser inocência demasiada. A contestação por parte de políticos advogados a esta prisão pode ser nada mais que parte do jogo, do barulho que precisa ser feito para “acordar o mundo”, a mídia internacional, e desta forma, respaldar as próximas ações de Trump.
CONDOMÍNIO DE LUXO, CASA DE ALTO PADRÃO, SEGURANÇA E CONFORTO
Principalmente, pelo fato de ser um ex-presidente e o maior líder da direita brasileira, não ter sua liberdade de ir e vir é algo que a princípio deve ser frustrante. Porém, nem de longe a prisão domiciliar de Bolsonaro pode ser comparada a uma prisão de fato, inclusive nem de longe se parece com aquela em que Lula permaneceu em Curitiba, no Paraná, durante 580 dias, e muito menos com sistemas prisionais pelo Brasil, como aquele onde Daniel Silveira se encontra, por exemplo.
A ONDA DEVASTADORA QUE PODERÁ ATINGIR MORAES E LULA
Imaginar que a China, a Rússia ou a União Europeia vão de fato apoiar Lula nessa batalha inglória do petista contra Trump, além de ignorância no sentido do desconhecimento, mais se parece com um sonho fora da realidade. O mundo é norteado por duas linhas. Uma delas, o poder econômico no mundo dos business (negócios), e a outra, o poder militar. Convenhamos, nestes quesitos, quando comparado a estas potências, o Brasil é um ‘anão’. Pior que isso, só mesmo a relevância de Lula no mundo, em especial diante de Donald Trump (EUA), Vladimir Putin (Rússia), e Xi Jiping (China) – Nesta comparação, o presidente o brasileiro pode ser representado por algo literalmente insignificante – um dos motivos para a China e a Rússia “abandonar” Lula? Inicialmente, sansões comerciais por parte dos Estados Unidos. Ou alguém imagina que os americanos não negociem com eles?
Diante deste cenário, não é difícil imaginar que uma gigante poderá atingir o Brasil, especialmente o atual governo Lula III e o ministro Moraes. Um dos exemplos, talvez novas sanções a familiares, lista vermelha da Interpol, e outros meios que historicamente os Estados Unidos se utilizam de forma exemplar contra governantes de países contrários à política norte-americana e a indivíduos que, segundo eles, desrespeitam os direitos humanos. Um destes mecanismos utilizados é o uso militar, ou apenas a sinalização do uso.
Foto: Ilustração









