A preocupação do gestor vai além das áreas urbanas; o setor rural é um dos mais prejudicados.
O prefeito de Assis Chateaubriand e presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Marcel Micheletto, encontra-se em Curitiba, onde participa de reuniões para tratar de importantes assuntos, entre eles, as constantes quedas de energia elétrica ocorridas no município chateaubriandense e vários outros que há meses vêm sofrendo com interrupções abruptas, gerando transtornos e prejuízos a moradores das áreas urbanas, do setor do comércio e, principalmente, a produtores rurais em diversas localidades do Estado.
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REUNIÃO COM A COPEL
Em busca de soluções imediatas para o problema, Micheletto reuniu-se com Rodrigo Priss e Diogo Mantovani, representantes da Companhia Paranaense de Energia (Copel). Durante o encontro, Marcel cobrou providências e soluções efetivas por parte da empresa.
“Nossa população precisa de energia de qualidade e não pode continuar sofrendo com as constantes quedas no fornecimento! Estive pessoalmente na Copel, em reunião com Rodrigo Priss e Diogo Mantovani, para cobrar providências e soluções efetivas para os problemas que afetam nossa cidade e o interior. As interrupções têm causado transtornos e prejuízos às famílias, ao comércio, às empresas e, principalmente, aos nossos produtores rurais. Quem trabalha, produz e gera empregos precisa de segurança e respeito! Vou continuar cobrando até que tenhamos respostas concretas. Assis Chateaubriand precisa de soluções, não de desculpas!”, escreveu Micheletto em suas redes sociais.
EFEITO DO EL NIÑO
O Paraná enfrentou recentemente os primeiros efeitos do período do El Niño, com registros de tempestades, vendavais, chuvas intensas e acima da média, inclusive com forte queda de granizo em várias regiões do Estado. Além de enchentes, alagamentos, destruição de casas, empresas, construções diversas, tanto nas áreas urbanas quanto nas rurais, quedas de postes de rede elétrica, os eventos também provocaram quedas e falta de energia elétrica, ocasionando prejuízos no campo e nas cidades.
Por Mauro Pretoriano




