No local também foram apreendidas armas de fogo e munições, além de um paraguaio.
Uma megaoperação que contou com cerca de 400 policiais do GEO e anti-narcóticos, 9 promotores e 16 incursões contra o narcotráfico, no Departamento (Estado) de Canindeyú, no Paraguai, resultou na prisão de um brasileiro que, segundo as autoridades do país vizinho, faz parte da facção criminosa Primeiro Grupo Catarinense, cuja origem é de Santa Catarina, no Brasil.
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A ação, liderada pelo Comissário Marcelino Espinoza, ocorreu numa propriedade do Assentamento ‘Primero de Marzo’, em Naranjito, onde várias residências do assentamento foram vistoriadas por fazerem parte de uma investigação sobre tráfico de drogas e crimes relacionados. A área abriga cerca de 500 famílias. Um cidadão de nacionalidade paraguaia com um mandado de prisão em aberto também foi preso, acusado de invasão de propriedade.

No local, a polícia encontrou várias pistolas, espingardas e rifles que foram apreendidos. Espinoza afirmou que a propriedade não é mais impenetrável e anunciou mais prisões, além da destruição de plantações de maconha e dos acampamentos.

Na propriedade, foi preso Jimmy Dickson Rizo, de 42 anos. No local, também foram encontradas uma espingarda submetralhadora de calibre 5.56, uma pistola de 9 mm, munições, celulares, documentos e anotações que foram apreendidas.

“A presença de crime organizado está aqui, no sentido de que este cidadão brasileiro pertence ao grupo criminal (Primeiro Grupo Catarinense) do Brasil”, disse Crio. Marcelino Espinoza, Chefe de Investigação Criminal.

O brasileiro preso é suspeito de financiar plantações de maconha que seriam destruídas, assim como os pontos de venda de drogas detectados na região. A operação segue sendo realizada pelo grupo especializado da Direção-Geral de Investigações Criminais e Unidades Táticas.
Fotos: Reproduções


