Veículos da Saúde não são utilizados para privilegiar interesses pessoais desse ou daquele indivíduo.
Desde que o mundo é mundo, ocorre que alguns indivíduos sempre atuam de alguma forma negativa e, por algum motivo particular, talvez na ânsia de saciar alguma frustração pessoal, a ignorância no sentido da falta de conhecimento, por irresponsabilidade, ou lado político propagam inverdades, inventam fake news e tentam de todas as formas descredibilizar aquilo que é o certo.
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Em Assis Chateaubriand, não é diferente e, de forma repetitiva, aparece alguém gastando o seu tempo tentando deturpar e prejudicar o trabalho realizado na área da saúde.
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DIREITOS E DEVERES MÚTUOS
Da mesma forma que o protocolo deve ser seguido pelo município, assim também deveria ser parte de alguns que utilizam o transporte de pacientes, naquilo que se refere a horários e locais de embarque e desembarque, tanto na ida quanto no retorno. O compromisso é com todos e, se por algum motivo pessoal de um ou outro (que nada tem a ver com o assunto saúde), que já tenha passado pela consulta marcada, se ausenta e não se encontra na hora e local pré-estabelecidos, e mesmo assim o veículo tiver que permanecer por um longo tempo aguardando quem assim age, ou o município tiver que enviar um carro exclusivamente para esta pessoa. Certamente estará privilegiando a mesma em detrimento dos outros pacientes que precisam retornar para suas casas. É preciso ter em mente que veículo da Saúde não é táxi.
Somente entre janeiro e o início de maio de 2026, foram realizadas mais de 2.133 viagens, transportando mais de 13 mil passageiros. Números que mostram a dimensão e a responsabilidade desse serviço, que diariamente atende pessoas em tratamento, consultas, exames, cirurgias e procedimentos muitas vezes essenciais para salvar vidas.








