Entre os veículos militares estão ônibus, micro-ônibus e caminhões, bem como meios terrestres da Marinha Paraguaia.
Diante da paralisação do transporte público, o governo do Paraguai colocou em ação o “Plan Syryry”, visando garantir a mobilidade da população, em especial, em pontos estratégicos e contribuindo para o desenvolvimento das atividades diárias.
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Em meio à crise, em protesto contra o não pagamento dos subsídios anunciados pelo governo, trabalhadores do setor anunciaram neste sábado, 28, uma greve. Por conta disso, o governo acionou um plano de contingência e disponibilizou veículos estatais. O serviço gratuito prestado pelos veículos de Itaipu e pelas Forças Armadas teve início às 5h da manhã e funcionaria a cada 25 minutos, segundo o vice-ministro dos transportes.
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O PROBLEMA
O vice da pasta também anunciou que irá desembolsar US$ 3,1 milhões até segunda-feira, 30, como compensação pelo subsídio de 2025 e planeja pagar outros US$ 4,6 milhões na volta da viagem da Semana Santa, correspondente a fevereiro. Os empresários discordam, alegam que o valor deve ser maior e se recusam a aceitar o dinheiro até que se chegue a um acordo sobre o valor final.
ALERTA
Apesar do alerta do vice-ministro de que as empresas que decidissem entrar em greve enfrentariam sanções econômicas. A circulação reduzida, ou mesmo a não circulação, de ônibus é evidente hoje.

Segundo o Ministério dos Transportes, o transporte público é declarado “essencial” por lei e não pode ser interrompido. Enquanto isso, as empresas alegam não conseguir cobrir os custos após o último aumento do preço dos combustíveis. Além disso, a Central Empresarial de Transportes da Região Metropolitana (Cetrapam) uniu-se à Associação Unificada de Empresas de Transportes da Região Metropolitana de Assunção (Ucetrama), que também rejeitou a proposta de US$ 3,1 milhões anunciada pelo governo.
Enquanto o problema ocorre, quem mais sofre é a população. Neste sábado, dia em que, além da classe trabalhadora, muitas outras pessoas também utilizam o transporte público como meio de locomoção, em vários pontos da capital e da região central, foi registrado um grande número de pessoas à espera de ônibus, que foi quase nulo.
Foto: Reprodução
Fonte: ABC/HOY
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