Macaris do Livramento é campeão Brasileiro, das Américas e Mundial pela WPC
O caso da agressão do PM ao ex-jogador Perdigão, em Curitiba, ganha um novo capítulo. O ex-boxeador Macaris do Livramento, campeão brasileiro, das Américas e mundial pela WPC, publicou um vídeo nas redes sociais relatando o que viu nos minutos finais do jogo.
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Segundo Macaris, o episódio ocorreu faltando cerca de três minutos para o final do jogo, quando, ao deixar o estádio, encontrou Perdigão na saída, conversando com militares. Ao se aproximar para cumprimentar o amigo, Macaris afirma que notou uma discussão mais acalorada e tentou intermediar a situação.
Macaris se identificou como campeão mundial de boxe e tentou explicar que Perdigão era ex-jogador profissional e conhecido no meio esportivo. Então, um dos policiais teria ordenado que ele se afastasse e, na sequência, iniciado as agressões contra Perdigão com golpes de cassetete. Macaris afirma que foi empurrado para o lado e outro amigo do ex-jogador também foi atingido.
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Ao tentar intervir, ele foi ofendido verbalmente e retirado do local pelos policiais. Em um vídeo, Macaris relata que Perdigão teria se aproximado para cumprimentar os agentes, já que havia disputado partidas amistosas contra equipes da Polícia Militar, inclusive dentro do próprio estádio da Vila Capanema.
O ex-atleta também declarou que os policiais envolvidos não representam a corporação e reforçou o respeito que mantém pela PMPR. Segundo ele, após a repercussão do caso, recebeu ligações do comandante-geral da PM, do secretário estadual do Esporte e da Procuradoria-Geral da Polícia Militar. Ainda de acordo com Macaris, o policial que aparece agredindo Perdigão no vídeo já teria sido afastado, por determinação do governador Ratinho Junior.
A Secretaria de Segurança classificou a conduta como incompatível com o preparo da força policial.
Em nota, a PMPR confirmou o afastamento do policial envolvido nas agressões.
A Secretaria de Segurança Pública e a Corregedoria da PMPR o retiraram das atividades de rua e realocaram a funções administrativas. A corporação determinou ainda que ele passe por uma avaliação psicológica obrigatória.
Foto/Vídeo: Reproduções









