“Quem fechar primeiro, apague a luz.”
Ao longo da história, governos comunistas ou socialistas fizeram com que a iniciativa privada aos poucos fosse se deteriorando até terminar no fechamento da maioria das empresas. As que permaneciam eram exatamente aquelas gigantes, alinhadas ao regime, que inclusive injetavam muito dinheiro nos chamados ditadores.
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Com a iniciativa em frangalhos, o Estado assume as rédeas e, enfim, coloca o cabresto na população que cada vez mais se torna dependente do mesmo. Afinal, o cidadão que trabalha em uma empresa particular, recebe em dia o seu salário e não depende de nenhum exílio do governo, certamente vai decidir em que votar com a razão, não com o “estômago”.
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Engana-se quem pensa que coisas assim só ocorrem lá fora. Ao passo que vemos os rumos que o Brasil está tomando, não é de duvidar que cada vez mais o empresário brasileiro seja esmagado pelo Estado. Tudo isso tem várias explicações, uma delas seria a ‘chuva’ de produtos vindos de outros países, alinhados a regimes de esquerda. Ou alguém, por mais simples que seja, não imagina que esta rusga com os americanos, não, seja uma demonstração clara também disso? Será que muita gente sabe que existem terras brasileiras nas mãos de estrangeiros? Inclusive em áreas agrícolas?

Fato é que, caso esta afirmação do Eduardo Prado se confirme. É questão de tempo para vermos empresas tradicionais fechando as portas e a fila do desemprego aumentar ainda mais. Ou seja, um prato cheio para quem deseja aumentar seu “curral” eleitoral e colocar o “cabresto em milhões de novas cabeças”.
Um dos exemplos é Cuba, com que o atual presidente do Brasil mantém uma relação no mínimo estranha, para não dizer ‘parceria’. Assim foi quando trouxe para o Brasil milhares de cubanos que se diziam médicos, mas que, quando Bolsonaro exigiu que os mesmos passassem por uma espécie de “teste”, para comprovar a capacidade destes, o ditador comunista de Cuba fez com que eles voltassem ao país natal. Estranho isso, né? Todos realmente eram médicos?
Detalhe: Se isso realmente ocorrer. Independente do lado político, todos irão sentir, a classe “baixa” mais, é claro. E o empresário? Quais?
Foto: Reprodução – Créditos do vídeo: Eduardo Prado Clima









