Palavras como capangas, cães, cachorros, cachorrinhos, totó, malditos foram proferidas em referência aos agentes.
Como havia prometido, o jornalista independente Allan dos Santos, que após ser alvo de operações da PF em maio de 2020, deixou o Brasil, estima-se que tenha entrado nos Estados Unidos no mês seguinte. Nesta terça-feira, 23, ele esculachou com integrantes da PF que acompanham Lula nos EUA.
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Allan dos Santos passou cerca de mais de 3 anos sem ver a esposa e os três filhos por conta de fugir das perseguições no Brasil, tendo que se exilar nos EUA após passar a ser investigado em inquéritos abertos pelo ministro Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal (STF). Em outubro de 2021, Moraes determinou sua prisão e extradição, além de pedir a inclusão do nome do jornalista na lista de procurados da Interpol (o que a organização não acatou).
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Para Moraes, críticas feitas pelo jornalista ao STF e a políticos nas redes sociais seriam suficientes para pedir sua prisão pelos crimes de calúnia, difamação, injúria, incitação ao crime, racismo, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Desde então, o ministro tem pressionado as autoridades responsáveis, como Ministério da Justiça e o governo dos Estados Unidos, para a extradição de Allan.
Allan solicitou à Interpol para não ser preso. Na defesa, o jornalista alega ser alvo de perseguição política e que não houve o devido processo legal no país para o seu caso.
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Recentemente, o Ministério Público Federal denunciou Allan pelo crime de ameaça ao, também, ministro do STF, Luiz Barroso. Para o relator do MPF que apresentou o pedido, as ameaças teriam acontecido não apenas pelas palavras, mas também por gestos e expressões do jornalista. Desde 2021, Allan dos Santos teve várias redes sociais suspensas. Seu canal no YouTube, o Terça Livre, contava com 1,2 milhão de inscritos.
Foto: Reprodução – Vídeos: Conversa Timeline









