Novas e pesadas sansões devem atingir bancos, inclusive o BB. Caso isso ocorra, a situação ficará insustentável para o petista.
O governo de Donald Trump, por diversas vezes emitiu alerta, mas, em nenhuma delas, além de não ser ouvido, foi rebatido com falácias, jabuticaba e uma série de declarações desrespeitosas e desnecessárias e afrontosas, vindas de um presidente da República que não mostrou além da falta de educação, uma enorme irresponsabilidade no trato com um parceiro de 200 anos, os Estados Unidos da América.
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No alto de sua arrogância e devaneios que o levam a achar-se grande, importante no cenário internacional, Lula não só deu um tiro no pé, mas colocou em risco também o país e o futuro a médio e longo prazo de vários setores empresariais econômicos, a população e até o Banco do Brasil, o mais antigo do país, fundado em 12 de outubro de 1808, por Dom João VI. Logo, o petista que é um admirador do regime chinês, mas que, com o Xi Jinping, nada aprendeu, nem mesmo que, se um gigante (China) sabe a hora de recuar, um nanico (Brasil) deveria ainda mais. Não à toa, na próxima semana, representantes dos dois países se reunirão em Madri, na Espanha, para tratar da tais tarifas norte-americanas impostas ao país asiático.
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Enquanto os outros países tachados pelos EUA buscaram entendimento com o governo Trump. Lula falava asneiras em cada aparição, enviava avião da Força Aérea para buscar Nadine Heredia, ex-primeira-dama do Peru, condenada a 15 anos de prisão por corrupção em um caso de propina da Odebrecht. O petista também é um defensor do, segundo os EUA, narcotrafcante, o ditador venezuelano, Nicolas Maduro, se mostrando cada vez mais ao lado de comunistas e socialistas, seu sonho para o Brasil, ser a favor do grupo terrorista Hamas na guerra contra Israel, e vários outros casos em que o esquerdista tirou a paciência dos norte-americanos.
Não bastasse isso. Donald Trump por várias vezes deixou claro: caso a perseguição a Jair Bolsonaro culminasse com sua condenação. Ministros do STF e todos os que deram apoio a esta decisão sofreriam pesadas sansões, inclusive o próprio Brasil.
Foto: Ilustração – Vídeo: CNN









