No início do ano, o nome de Jiménez já havia sido ligado a outros supostos combatentes que operavam a favor da Ucrânia.
O Tribunal Militar da Rússia condenou Jorge Adrián Lugo Jiménez a 24 anos de prisão por supostamente atuar como mercenário na guerra da Ucrânia. Ele é acusado de cruzar ilegalmente a fronteira entre os dois países com armas e explosivos, além de atentar contra a população civil na região de Kursk, cidade russa com cerca de 440 mil habitantes.
Em fevereiro deste ano, o nome de Jiménez já havia sido ligado a outros supostos combatentes que operavam a favor da Ucrânia. A condenação foi proferida e oficializada nesta quarta-feira, 16, sem que o governo paraguaio fosse formalmente informado.
INÍCIO DA GUERRA
A Guerra da Ucrânia, também conhecida como Guerra Russo-Ucraniana, começou em fevereiro de 2014, quando tropas russas disfarçadas invadira a Crimeia que acabou anexada pela Rússia e com o apoio a separatistas pró-Rússia em Donbass, no Leste da Ucrânia que promoveram violentos combates que deixaram mais de 14 mil mortos. No entanto, a invasão em larga escala da Rússia, que marcou uma escalada significativa do conflito, iniciou-se em 24 de fevereiro de 2022.
PUBLICIDADE
INVASÃO RUSSA EM 2022
Logo nas primeiras horas da manhã do dia 24 de fevereiro de 2022, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou em um discurso com uma narrativa “protecionista” televisionado que havia autorizado uma operação militar para proteger os separatistas ucranianos pró-Rússia que viviam no leste da Ucrânia.
O REAL MOTIVO DA INVASÃO RUSSA A UCRÂNIA
A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022, após uma escalada nas tensões que haviam tido início poucos meses antes. Algumas das motivações que conduziram a esse cenário no Leste Europeu, como a maior aproximação da Ucrânia com organizações como a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), um organismo supranacional cujo objetivo é garantir a segurança de seus países-membros por meio de ações, inclusive, de combate militar específicas, além da União Europeia.
Foto: Reprodução









