Americanos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil; na contramão, para eles, somos apenas mais um.
Na sanha de mostrar-se mais relevante do que de fato é. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) resolveu abrir a boca e falar o que não devia, mais uma vez. O problema é que, dessa vez, ele cutucou não a onça, mas o leão com vara curta. O presidente do Brasil, que um dia disse que acabaria com a guerra da Ucrânia “tomando uma cerveja”, além de tantas outras declarações, colocando-se acima do seu patamar quase inexpressível lá fora, agora atolou seu carro em um lamaçal e, para piorar, seus pneus estão carecas. Traduzindo: Somente com ajuda da diplomacia poderá sair do atoleiro que, diga-se de passagem, pode, dependendo de possíveis futuras declarações infelizes e carregadas de corriqueiros devaneios, poderão de vez selar o destino não só da economia do país, como também, devastar de vez seu governo que vai de mal a pior assim como sua popularidade baixíssima.
Lula, que durante algumas vezes resolver afrontar Donald Trump, presidente dos Estados Unidos da América (USA), simplesmente pagou para ver, dobrou a aposta e anunciou a reciprocidade, ou seja, vai taxar produtos americanos em 50% também. Nesse jogo político, a derrota só poderá vir para um lado, a do presidente petista.
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QUEM IRÁ PAGAR ESSA CONTA?
Os EUA são o segundo maior parceiro comercial do Brasil, nesse quesito, só perdem para a China. Porém, mesmo havendo uma parceria comercial antiga com os norte-americanos, é preciso lembrar que, nesse momento, uma “briga” com o governo Trump pode significar um tiro no pé e, nem Lula, nem sua equipe diplomática que de certa forma permitiu que a situação chegasse a esse ponto poderá resolver esse grave problema.
Mais que precisando arrecadar, não é de se espantar que o governo petista tente desesperadamente criar algum novo imposto, alguma nova forma para que o povo pague essa conta.
As cenas dos próximos capítulos podem reservar fortes emoções, inclusive, com Lula sonhado que é capaz de fazer frente a Donald Trump. Tomara que não transforme esse sonho em pesadelo.
Foto: Ilustração









